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Embalar a natureza

O objectivo de embalar uma água, tal como se encontra no aquífero, preservando intactas as características originais e garantindo total segurança alimentar até ao ponto de venda exige um processo inteiramente concentrado na preservação da água. Esta deverá manter-se um produto único, singular e inalterado.

Durante a captação da água mineral natural e da água de nascente, fase em que a água é extraída dos aquíferos, são utilizados materiais com certificação alimentar, sendo o mais comum de todos o aço inoxidável. Os revestimentos das captações, os silos, as tubagens, as bombas e os depósitos de armazenamento só podem ser feitos deste tipo de materiais certificados e adequados ao contacto com os géneros alimentícios. A legislação proíbe expressamente o transporte de água mineral natural e de água de nascente por outros meios, designadamente, o transporte em camiões cisternas. A lei comunitária e nacional obriga também a que o engarrafamento se faça nas proximidades do local de exploração, exigência que está relacionada com a preservação das características originais da água.

Quando a água mineral natural e a água de nascente entram na unidade de enchimento passam através de filtros, a fim de assegurar a eliminação de pequenas partículas sólidas em suspensão. Depois, a água é armazenada em depósitos, procedendo-se então ao enchimento, sem que a água tenha tido nenhum contacto com o exterior.

As embalagens de vidro reutilizável são submetidas a uma energética e intensa lavagem com produtos especiais a altas temperaturas e, posteriormente, são enxaguadas. As que não são de vidro reutilizável são também sujeitas a enxaguamento antes do enchimento. Um sofisticado e rigoroso sistema de inspecção electrónico detecta qualquer anomalia.

As embalagens plásticas são produzidas na própria unidade de enchimento, o que se considera uma boa prática destinada a garantir o sistema. O fabrico faz-se em instalações contíguas e adequadas, onde se sopra com elevada pressão e a altas temperaturas um pequeno recipiente polímero, que constitui uma pré-forma de um molde cuja configuração é a da embalagem definitiva.

O enchimento e a capsulagem passam-se numa sala asséptica, totalmente fechada e protegida, de acesso restrito, pois é o único momento do processo em que a água é visível. Posteriormente, a embalagem é rotulada e codificada. Todo o processo se desenvolve em linhas de enchimento que podem alcançar velocidades de fabrico de até 30 000 embalagens por hora. Um inspector electrónico verifica o nível correcto da água em cada embalagem, a presença da cápsula e do rótulo. As embalagens cheias que apresentem qualquer indício de anomalia são imediatamente rejeitadas.

O processo seguinte é o do embalamento do produto em cartões ou películas plásticas, tudo com o código correspondente, a fim de permitir o rastreio. Este produto é posteriormente acomodado em paletes e distribuído até chegar ao consumidor final.
Nos termos da legislação europeia em vigor, transposta para o direito nacional, a água deve chegar pura ao consumidor, exactamente como se encontra na origem, deve manter-se inalterada na embalagem e não passar por nenhum processo transformador, excepto nos casos expressamente previstos na lei. Esta permite apenas a adição de gás carbónico e a remoção de elementos naturais instáveis, eventualmente presentes na água, através de processos físicos de filtração (filtração, decantação ou oxigenação).

Em qualquer circunstância, é imprescindível a garantia de que a água mineral natural e a água de nascente mantenham inalteradas as suas características essenciais e originais e que não sejam usados processos de desinfecção, designadamente, todos aqueles que resultem de tratamentos químicos.
ÁGUA VEM EMBALAGEM VAI
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